A origem da primitiva ermida, construída em fins do século XVI ou início do século XVII, é atribuída a uma devoção e ao cumprimento de uma promessa feita a Nossa Senhora da Candelária, por Antônio Martins Palma, comandante de um navio, colhido por uma forte tempestade. Em 1775, um novo projeto do engenheiro-major Francisco Roscio deu a atual forma do templo, inaugurado em 1811 com a presença do príncipe regente.

Novas reformas tiveram lugar em meados do século XIX, e se arrastaram até 1890, ano de sua nova inauguração. Do projeto de Francisco Roscio só permanece a fachada. A cúpula, toda em pedra de lioz de Lisboa, representa a principal marca visual da igreja, construída em estilo neoclássico entre 1865 e 1877.

O revestimento interior, ao invés de talha de madeira à maneira portuguesa, é todo de mármore. Possui interessantes vitrais de cores vivas. As duas capelas laterais são dedicadas ao Santíssimo Sacramento e à N.S.das Dores. O teto da nave principal apresenta seis grandes painéis do pintor João Zeferino da Costa, narrando as origens da igreja. As portas foram esculpidas em bronze, por Teixeira Lopes, fundidas em Bruzy, na França.

Located in the financial district in the town centre, in an area rich in cultural venues, the Candelária Church is impressive due to its grandiosity. Built during the 18th century, its designed is the shape of a Latin cross, its inside walls covered in marble, façade made of cut-stone masonry, doors with bronze works and the church’s history painted on murals exhibited inside the church. It is one of the most beautiful churches in Rio de Janeiro. It is located on Praça Pio X, in the town centre.

La Chiesa di Nostra Signora della Candelaria è una delle chiese più belle e famose del Brasile. Sorge nel cuore di Rio de Janeiro, contraddistinta dalla pianta a croce latina e da una navata centrale e due laterali. Degne di nota sono la facciata e la cupola, realizzate in pietra calcarea. Risale al XVII secolo, anche se la sua costruzione terminò in realtà due secoli dopo. Al suo interno il museo sacro, con documenti del XVIII e del XIX secolo.